domingo, novembro 19, 2006

afinal, não há mesmo coincidências...






















O plano para o nosso Domingo soava a apelativo: acordar cedo e ir até aos Pastéis de Belém tomar o pequeno-almoço (eu claro, com os devidos cuidados, uma vez que pastéis de nata neste momento estão interditos ao meu estômago 'de andorinha'... um regime forçado, mas adiante.) Levámos o Expresso, sentámo-nos numa das salas interiores onde o ruído de fundo não se fazia sentir com tanta intensidade, eu levei os meus livros na mala, fomos rapidamente atendidos, enfim..., tudo parecia perfeito nesta manhã fria e enovoada. Enquanto bebía um chá de cidreira, tirava fotos, registava visualmente famílias, turistas e toda uma rotina domingueira que faz parte de tantos lisboetas. Tenho esta mania de escrutinar os outros com o olhar, de registrar emoções, relações, mas não o faço por mal, nem com aquela vontade de saber da vida alheia, faço-o porque me alimento disso e me serve de enorme tesouro pessoal.
Os pasteís estavam cheios, aos poucos, a enorme sala que escolhemos para o nosso pacato pequeno-almoço foi-se tornando pequena para a quantidade de pessoas, que tal como nós, tiveram a mesma ideia. Decidimos que devíamos de ir dar um passeio por toda a zona de Belém. Aproveitámos a feira de rua e de antiguidades que decorria espalhada pelos corredores dos jardins para desanuviar, vimos máquinas fotográficas antigas que gostaríamos de ter na nossa sala de estar, bibelôts que me lembro de ver em casa dos meus pais quando era pequena e que entretanto lhes perdi o rasto, tirámos mais outras tantas fotos e quando demos por nós, estávamos à porta do CCB, onde eu fiz uma 'birra' tremenda porque queria entrar e ver uma mostra de fotografia que estava em exposição, mas como o C. não estava muito para aí virado, eu acabei por dar a mão à palmatória. Má hora. Sim, porque apenas uns metros mais à frente tivemos um encontro imediato que preferíamos ter evitado: O 'casal emplastro' !
Para aqueles que não sabem, o casal emplastro atormentou a nossa lua-de-mel fez recentemente um ano. Conhecêmo-los no Aeroporto de Lisboa, quando embarcávamos para Cancún e rapidamente eles aperceberam-se que tínhamos todos o mesmo destino... mais do que isso, o mesmo hotel! Ao princípio pareceram-nos bastante simpáticos, comunicativos, eram bem dispostos e ela parecia muito expansiva. Dizia-se enfermeira, ele também. Para azar dos azares, eramos os únicos casais portugueses em todo o Gran Palladium Resort Hotel & Spa e os nossos quartos eram precisamente um ao lado do outro. Nós em lua-de-mel, eles casados há 9 anos e a fazerem férias pela primeira vez sozinhos, porque antes já o tinham feito com os pais, os sogros e todos os membros da família de que há memória. Rapidamente decidiram que eramos a companhia ideal para 15 divertidos dias no México e se, ao início, nós fomos tolerantes e até afáveis, ao fim de três dias já andávamos desesperados e a arquitectar estratégias de fuga que nos permitissem ter o descanso merecido sem um casal de melgas atrás. Afinal, tínhamos passado o Verão todo a trabalhar e a preparar um casamento, estávamos estafádos desde a unha do pé até à ponta do cabelo e o que mais queríamos era praias paradisíacas e águas quentes em tardes solarengas de papo para o ar e a verdade é que até o conseguimos, mas sempre e sempre, a quatro e não a dois!! A situação agravou-se quando começaram a combinar a hora do pequeno-almoço a quatro, o almoço a quatro, a praia, a piscina, as excursões, o jantar... áááááááááá!!!!!!! Ao fim de cinco dias eu andáva a dar em doida e já não havia simpatia que me valesse. As supostas conversas que deveríam de dar a entender que 'nós queremos estar sozinhos' da nossa parte, não deviam de ter um canal de percepção de mensagem igual ao nosso, porque os nossos destinatários se as percebiam, simplesmente faziam orelhas moucas e continuavam a fazer marcação cerrada. Chegaram ao ponto de só irem à água quando nós íamos, de andarmos a nadar a quatro, de se sentarem ao nosso lado no autocarro, enfim.. um pesadelo. No nosso último dia, decidimos que tínhamos de deixar a diplomacia de lado e dizer frontalmente que queríamos estar sozinhos. Só assim, e quase à força é que eles perceberam e digo-vos, foi o nosso melhor dia. Pudemos estar na praia de papo para o ar sem ter a preocupação de fazer conversa de circunstância, namorámos, passeámos, aproveitámos a dois os jacuzzis da piscina, enfim... tudo aquilo que era suposto termos feito nos restantes sete dias que duraram as nossas férias. No final, achámos que para fugir aos emplastros para o resto das nossas vidas, o melhor era não lhes darmos os nossos números de telemóveis e assim foi. Pensámos desta forma sair vitoriosos da emboscada. Eles perceberam (acho eu) e deixaram-nos um papel debaixo da porta do quarto com os contactos deles, contactos esses que nós nunca fizemos questão de registrar na memória dos nossos telefones... até quando? Pois bem, até hoje, altura em que passeávamos por Belém e uma mulher de voz estridente abanava a mão efusivamente de alegria por nos voltar a reencontrar. Se ao princípio pensámos: 'mas quem é aquela?', logo as nossas dúvidas se dissiparam e o horror ficou estampado nas nossas caras. Eram eles!!! Os emplastros regressavam em força e desta vez traziam o seu novo membro, um emplastro Junior!!
Por isso, meus amigos, não percam os próximos capítulos desta história, que nós, também não...

sábado, novembro 18, 2006

purple rain




















Ontem, depois de uma manhã relativamente calma, fui atacada com a rapidez de um raio por uma gastroentrite viral. Comecei a sentir-me fraca, o estômago às voltas, uma sensação de agonia, a cabeça a andar à roda, o corpo a suar e depois de várias idas fulgurantes à casa de banho do trabalho, desisti e achei que o melhor era mesmo ir para o Hospital. E quando me dá estas coisas (sim, porque já não é a primeira vez, as bactérias devem achar que o meu organismo é um óptimo sítio para de vez em quando virem passar férias)a CUF, no Parque das Nações, é sempre o destino. Depois de uma hora e meia de espera (já nem nos hospitais privados nos livramos de um mau serviço), lá finalmente me chamaram, fizeram um rápido diagnóstico e decidiram que o melhor era realizar alguns exames e análises. Estava de tal forma desidratada, que nem a água que ia bebendo - uma vez que no estômago já não havia nada - aguentava. Resultado: o resto da tarde a soro, sentada numa deprimente cadeira azul ligada a um frasco onde pequenas gostas de soro teimavam em não cair. A minha sorte foi que o C. entretanto chegou e fez-me companhia. Sinto-me sempre uma desgraçadinha 'in extremis', abandonada pela sorte quando estas coisas me acontecem e se estiver sozinha, o sentimento é ainda pior. Mas depois, basta ele chegar e passar-me a mão pela cabeça, tirar o casaco dele e colocá-lo sobre os meus ombros, sentir-me aninhada e confortável, para achar que tudo vai correr bem.
(Acho que sou a típica doente mimada.)
Colar 'Purple Rain', com as cores do momento, para as mais fashion addicted´s. Disponível, aqui.

quinta-feira, novembro 16, 2006

how wonderful life is...





















A vida hoje ensinou-me que nada se pode dar por garantido, que 'nunca' é uma palavra forte demais, que às vezes, o destino dá mostras de que afinal as coisas não são por acaso e que há algo mais forte que nós que de alguma forma mexe os peões lá de cima, como se fossemos simples figuras de xadrez neste grande tabuleiro que nos serve de palco.
Hoje voltei a encontrar-te, a ti, uma amiga perdida. E gostei, gostei muito, muito mesmo. No momento em que falámos tive vontade de te contar tudo aquilo que o tempo nos levou e que as circunstâncias afastaram. Relembrei a altura em que eras não só a minha melhor amiga, como a minha confidente e hoje, apesar de saber que houve muita mágoa e que a nossa amizade acabou da pior maneira, hoje senti que até podíamos ultrapassar tudo isso e começar de novo. Uma nova Mafalda, uma nova S., uma nova história... como se uma borracha tivesse apagado a parte errada, ou como um filtro, que apenas deixa ficar as coisas boas e que elimina as más, como se nem tivessem chegado a existir.
Encontrar-te após tantos anos, ter uma resposta tua e hoje falar contigo, saber que és mãe, que te casaste, que estás bem, foi um pequeno momento que iluminou o resto do meu dia. Senti-me feliz. Tudo me parecia mais leve, com mais sentido. Tive vontade de te ver, de te abraçar, de sentar-me contigo no café, de que me fizesses um desenho... aqueles mesmos desenhos que tanto me faziam rir. Às vezes encontro pedaços de ti em velhos cadernos, blocos ou fotos e sorrio. Sempre desejei de certa forma saber como estavas. Hoje deste-me essa oportunidade.
Obrigada.

quarta-feira, novembro 15, 2006

Ponha aqui o seu pezinho...





















Eu sei que estes sapatos já não são novos por aqui, na verdade, adoro-os de paixão, mas nem sempre ando com eles. Já começam a acusar sinais de desgaste, têm as biqueiras 'arranhadas', o azul já está um pouco esfolado e os pequenos saltos insipientes, já estão de tal forma massacrados pelas calçadas portuguesas, que o mais comum sempre que ando com eles, é prenderem-se nessas falhas entre as pedras tão típicas da cidade de Lisboa que arruinam qualquer look ou sapato mais desatento. E hoje, dia em que me atrevi novamente a calçá-los, tive a prova definitiva de que andar com estes meus adoráveis sapatos exige uma precisão suíça, uma destreza de mestre, uma verdadeira prova de elegãncia desmedida, caso contrário o final pode ser catastrófico, como o que infelizmente, sucedeu. Vinha eu formosa e segura pelo passeio, a caminho de mais um dia de trabalho, de malinha na mão, saia rodada, boina preta e casaco azul, a sentir-me muito segura de mim mesma e coquete (porque toda a mulher tem momentos destes, qual 'sex in the city'), quando os ditos sapatinhos azuis, como a cinderela, decidem ficar presos nas falhas do pedrado, tendo o sapato do pé direito realizado um triplo salto mortal pelo passeio e indo parar a mais de meio metro de distância do meu pé!! Tudo isto, como se não fosse já de si bastante grave para arruinar a confiança de qualquer uma, aconteceu precisamente no momento em que um autocarro cheio de gente e em hora de ponta passava na estrada, deixando-me como artista de entretenimento de todas as pessoas espectantes. Ora eu, como acho que o melhor remédio é mesmo rir, fui a primeira a dar parte fraca e a tentar remediar a situação com uma boa gargalhada em plena rua, enquanto o embaraço me subia ao rosto e se transformava num ligeiro vermelho ruborizado. E foi assim que ao pé cochinho alcancei o dito sapato fugitivo, o calcei com a mesma rapidez com que ele me fugiu e voltei a colocar o meu o ar coquete e seguro (mesmo que só de fachada).
Mas pelo sim, pelo não, e adoptando a estratégia de mulher prevenida, decidi ir o resto do caminho de olhos bem abertos para o chão e a cruzar as pedras na diagonal... ;)

domingo, novembro 12, 2006

Sol de Inverno






















O sol dos últimos dias renovou-me as energias! Os longos passeios que demos à beira mar também! Apesar de continuar a achar que o fim-de-semana passa rápido demais para tudo aquilo que eu gostaria de fazer, acaba sempre por saber bem. Para além da ida até à Ericeira e dos passeios à beira mar, aproveitámos para ir ver o filme 'O Perfume', adaptação do livro de Patrick Suskïnd onde, apesar de o ter achado giro, o livro é sem dúvida, mil vezes melhor. Na tela não há descrição de cheiros, não há espaço para a imaginação correr à procura da memória olfactiva, 'what you see is what you get' e acaba por perder encanto. Numa coisa faço-lhe justiça, a fotografia do filme é fenomenal e as imagens dos campos lilazes de alfazema percorreram a minha cabeça durante longas horas. Pareciam retirados de um qualquer quadro impressionista de Monet.
Hoje passámos o dia a fotografar a casa e a preparar as fotos para colocá-la na net. Estamos decididos, vem aí mais uma mudança... e desta vez, parece ser a valer. Ainda estou em fase de mentalização do assunto. Confesso que para mim não vai ser fácil tomar esta decisão, mas o que tem de ser tem muita força...
Finalmente acabei esta pregadeira, pedida pela A. numa encomenda feita há já umas valentes semanas e que tinha como objectivo ser igual a esta outra. Ando desleixada eu sei, mas a vontade tem sido pouca, muito pouca e só de pensar que falta cerca de mês e meio para o Natal começo a ficar deprimida. Entretanto tenho mais dois pedidos de pregadeiras em atraso, vamos lá ver se é desta que lhes dou atenção.
O Gaspar corre que nem louco pela casa, qual gato a pilhas e a relação Gaspar-Magali ainda não deu frutos apesar da proximidade. Ela continua a ser agressiva e ele demasiado teimoso para desistir dela. Ainda vai dar em amor é o que vos digo...
E são 17h30 e já é noite....

sábado, novembro 04, 2006

minimal




















Hoje é um daqueles dias em que a chuva que vai lá fora me invade de certa forma o coração. Sinto-me a chover por dentro. E nem o facto de estar aqui embrulhada nesta manta velha a olhar a calmia que se instalou através da janela, ou a luz quase soalheira que indica que depois da tempestade vem a bonança, nem assim, consigo dar-me o conforto da alma. Há uma mágoa crescente que não me abandona e à qual não consigo ficar indiferente. E talvez o facto de me sentir adoentada, vulnerável ou até carente, me faça senti-la ainda com mais lucidez. É querer pôr as coisas cá para fora e não conseguir... é nem ter as palavras certas para contar. É sentir-me um pouco inútil ou pobre de espírito. É necessitar de desabafar mas só para mim mesma.
É comer uma romã sozinha e sentir-me cheia.

quarta-feira, novembro 01, 2006

receita para passar feriados






















Junte-se um feriado nacional, meia dúzia de amigos, 1 criança, dois gatos, castanhas assadas, batata doce, bolo de iogurte, cerveja e sumos, Pictonary e Playstation com o último jogo Pro Evolution Soccer 6 e temos:

4 gajos histéricos e vidrados à televisão a tarde toda, a gritar como se não houvesse amanhã de cada vez que marcavam um golo.
4 gajas a tagarelar e a jogar Pictonary enquanto se riem com os desenhos ridículos e completamente 'non sense' que fazem.
Criança a correr atrás do gato como se não houvesse amanhã.
Pausa para comer castanhas e matar a sede.
Gato a dormir como se não houvesse amanhã ao final do dia.

Adicionar boa disposição, muita conversa fiada, música e fotografias e temperar em lume branco. E voilá, o melhor 'Pão por Deus' dos últimos anos.

domingo, outubro 29, 2006

'Hello Pinky'




















.... e vai mais um, 28 no total. E ao contrário dos outros anos estou bem disposta e animada. Afinal, não tenho razões para tristezas. Um ano mais velha? Só se for para mostrar que com a idade vêm outra série de coisas boas, entre elas a sabedoria! ;)
... e prefiro-me assim, com 28, do que quando tinha 20. (e 'mai' nada)
E apesar de ter vindo trabalhar, as minhas colegas já me cantaram os parabéns logo pela manhã num coro uníssono, já recebi mensagens, telefonemas e emails dos amigos e já me sinto mimada q.b. - e ainda nem chegámos à hora do almoço!
E logo à noite a folia será ainda maior. Venha a festa!
Colar 'Hello Pinky', muito rosa para alegrar os dias mais cinzentos. Disponível em: casinha_de_botoes@yahoo.com

sexta-feira, outubro 27, 2006

'ósoiótóio gaspaio...'























'É tão bom uma amizade assim
Ai, faz tão bem saber com quem contar
Eu quero ir ver quem me quer assim
É bom para mim e é bom pra quem tão bem me quer'


.... Quem não tem mais de 25 anos anos provavelmente não reconhece a letra, nem tão pouco se lembra dos 'Amigos do Gaspar', - uma série juvenil dos anos 80 transmitida no único canal da altura - mas o estranho dialecto do 'manjerico', a música do Sérgio Godinho no genérico e o polícia de bigode farto e sobrancelhas desalinhadas, fazem parte das minhas referências infantis.... talvez por isso, hoje, quando o C. chegou a casa com um caixote enorme e com esta ternura lá dentro a música fizesse sentido.
É que eu sempre pedi ao C. outro gatinho para fazer companhia à Magali e ele sempre disse 'é melhor não, se uma já nos dá trabalho, imagina dois' e eu sempre acabei por concordar... talvez por isso, hoje a minha cara tenha sido de puro espanto e deleite, ao vê-lo de pêlo tigrado, alternando entre o cinza e a cor de mel, o olho azul e a barriga às pintas, numa caixa de papelão demasiado grande para um tamanho tão franzino.
O C. diz que passou numa loja de animais e que o viu, sozinho e a dormir. Era o último de uma ninhada de seis, que alguém tinha achado abandonados e decidiu levar à loja para conseguirem melhor sorte do que acabarem debaixo de um carro. Entre os dois houve pura química e quando perguntou quanto era o gato, a resposta foi: 'é para quem o quiser levar'.
Assim, chegou a casa com uma caixa enorme e orgulhoso do seu pequeno tesouro.
'-Toma, é uma das tuas primeiras prendas. Não consegui resistir até Segunda.' Disse de sorriso rasgado.
E pronto... eu comecei a festejar o meu aniversário já hoje com uma pequena 'criança' no regaço.
Quem não achou muita piada foi a Magali, que já lhe espetou com uma valente chapada no focinho e de cada vez que o vê eriça-se toda e assopra enervada. Há que ter calma, afinal, durante 4 anos foi a senhora e raínha do espaço, agora ter um puto em casa assim de repente não é para qualquer uma!
O 'menino' já vinha com nome, colocado pelo C.
'Acho que tem cara de Gaspar, não achas?'
E assim ficou.
ósoiótóio....

catalogar




Pois é... estou a caminho de tornar esta 'brincadeira' de colares e pregadeiras em algo mais refinado... é que o C., como bom profissional que é, decidiu pôr mãos à obra e colocar todas as minhas peças em catálogo, tal e qual como as grandes marcas. E além de ter decidido fazer-me um layout lindo de morrer, ainda faz publicidade gratuíta pelo trabalho. Quando tiver terminado logo mostro mais pormenores, sim, porque vai ter colares, pregadeiras entre outras coisas e assim será bem mais fácil as pessoas terem noção de tudo o que já fiz, ou poderei de futuro, voltar a fazer...
Para mim, ainda nem está pronto e já é um sucesso!

quinta-feira, outubro 26, 2006

a real Star





Eu confesso, gosto dela! Demais até! Danço que nem louca em casa, canto que nem louca no carro, viro outra Mafalda, sempre que os acordes de R&B da bela Beyonce me chegam aos ouvidos. Foi assim com o 'Dangerously in Love' - o primeiro albúm a solo -foi assim com as Destiny Chid - de quem era grande fã - está a ser com este último 'B Day', do qual já sei todas as letras de cor. E não me canso. Confesso que o Sugar Mamma (ainda não disponível em vídeo), a canção número três do alinhamento faz as minhas delícias musicais. E pronto, dia 24 de Maio de 2007, no Pavilhão Atlântico, lá estarei eu, em grande delírio visual e musical, para ver uma das maiores artistas actuais! She´s comming!
Por mim podia ser já amanhã. Para quem quiser conhecer melhor o último trabalho, aqui fica o 'Ring the Alarm' com umas misturas 'à lá' Instinto Fatal no videoclip.

terça-feira, outubro 24, 2006

Dark Silver





















O inconveniente de se morar num andar é ter de aturar vizinhos, muitos deles com idade para serem meus avós, que pelo facto de morarem ali desde os tempos pré-históricos se julgam no direito de olhar os novos inquilinos com algum desdém. Como por exemplo a senhora do primeiro andar, (já com alguma idade) que mora por baixo de nós e que raramente me dá os bons dias. É que já é por um par de vezes que nos vem bater à porta a dizer que fazemos muito barulho, principalmente com os sapatos (neste caso, eu), ou queixar-se de que o quarto dela fica mesmo por baixo da nossa sala e que por causa disso não consegue dormir. Eu até compreendo que para quem, como ela, esteve anos a fio sem ter vizinhos a viverem no andar de cima, lhe seja difícil aceitar a ideia de há um ano para cá, ouvir barulhos constantes, mas nós não temos a culpa de estarmos vivos e de usufruirmos da nossa casa. Para evitar mais reclamações, tenho sempre o cuidado de não andar de saltos em casa, baixar o som do televisor, colocar a música mais baixo, ou condicionar o ruído ao mínimo, mesmo quando tenho a casa cheia, mas há alturas em que não consigo evitá-lo. Talvez por isso, a senhora desenvolveu uma espécie de ódio de estimação silencioso ao jovem casal (ou seja, nós), que se revela quando nos cruzamos nas escadas, ou quando eu deixo cair algumas molas do estendal da roupa, directamente para o quintal dela.
Ontem, quando regressava do supermercado, cruzei-me com a senhora nas escadas e disse um sonoro 'Boa noite', como ditam as regras da boa educação. Qual não foi o meu espanto, quando do outro lado nada ouvi. Não houve qualquer tipo de reacção, nem se dignou a olhar, o desprezo foi total. Isto, enquanto o vizinho do lado, pelo qual morre de amores, ouvia Depeche Mode em altos berros. Fiquei lixadíssima! A partir de agora acabou-se o 'shhhh', façam pouco barulho, olha a velha do primeiro andar que ainda nos vem bater à porta' quando tenho a casa cheia de gente, ou o descalçar-me assim que chego do trabalho, ou o evitar ouvir música alto, ou descer as escadas com calma, sem ser a correr, porque o quarto da senhora é mesmo por baixo.
A partir de agora vou deixar de andar condicionada com quem até, nem tem razão de queixa. Eu também não gosto dos cães dos vizinhos a ladrar a noite toda, ou do cheiro a cão que fica na entrada do prédio, ou da porta sempre escancarada, ou das vezes que se esquecem de deixar o caixote do lixo na rua para os serviços municipais recolherem, e não é por causa disso que lhes vou bater à porta. Sendo assim, a partir de agora vivo em pleno. E se a senhora não estiver satisfeita, que mande insonorizar a casa!
Desculpem-me o desabafo, mas hoje sinto-me muito 'caústica'.
Ontem foi um serão produtivo. Novas contas e novos colares, como o Dark Silver, como mostro aqui. Disponível para quem o quiser adoptar: casinha_de_botoes@yahoo.com. O preço é o de sempre e já com portes de envio.

domingo, outubro 22, 2006

Outubro




















Em dia de temporal voltei a refugiar-me em casa. Até tinha planos para sair, mas preferi o calor da sala e ver as gotas de água escorrerem pela janela, aninhada no sofá. Eu confesso que este tempo tempestuoso me faz sentir bem (já várias vezes o referi). Quando todos os outros se queixam da chuva, do vento, do reboliço que vai lá fora, eu sorrio, muitas vezes por dentro e conforto-me com a ideia. A estação das chuvas é minha companheira e as gotas de água minhas amigas. Dito assim, quase que soa a uma ingenuidade infantil, característica que espero, nunca perder. A água traz com ela a vida e o verde que tantos gostam. A luz desaparece para voltar, mais tarde a brilhar com força. Há pouco olhei as árvores que junto à estrada mostravam orgulhosas as suas tonalidades de nacarados, vermelhos e dourados. Estavam lindas, mas revoltosas. Muitas vezes é assim como me sinto. Talvez por isso as compreenda quase por dentro. Não que nas minhas veias corra seiva, mas algo em mim renasce constantemente. E isso é outra coisa que eu não quero perder. A M. diz que eu tenho uma 'estrelinha' lá em cima a brilhar forte, forte... eu às vezes questiono-me se será verdade, mas ontem, durante a sessão de cinema, acho que descobri quem ela é...
Tenho pregadeiras/encomendas em atraso e ando tão preguiçosa para pôr mãos à obra. Espero durante esta próxima semana dar conta de todos os pedidos.
Colar Sweet November já com dona. Vai direitinho para a F. *

terça-feira, outubro 17, 2006

sweet warm chocolat






















Há alturas em que toda a mulher passa pela doce tentação do chocolate. Amigo do peito, da alma, das amarguras indegestas, das tristezas mais sentidas, do sabor do desejo à mais pura luxúria degustativa, o chocolate continuará a fazer as delícias de todas aquelas, que num ou noutro momento, sentem falta de tê-lo por perto. Hoje gostava de ser como a Amélie Poulin e enfiar os dedos nas bolinhas de açúcar prateadas e sentir a sua textura, ou simplesmente deixar-te evadir pelo irresístivel sabor do cacau a derreter-me na boca. Não faço sentido? Pois não, mas só eu sei como estou a ficar com água na boca...
Por falar nisso, a RTP vai voltar a exibir, O Fabuloso Destino de Amélie Poulin (um, senão mesmo, o meu filme favorito) Domingo à noite! Imperdível para todas as eternas românticas e apreciadoras dos simples prazeres da vida, como eu.


Colar 'Red Green' disponível aqui. Quem o quiser, mail me, please: casinha_de_botoes@yahoo.com

marie antoinette


Ando desejosa para ver este filme. Eu que sempre gostei de filmes de época, que sempre me fascinou os grandes vestidos armados, as perucas mais altas que candelabros, o pó de arroz entranhado na pele, os sinais ridículos e a boca escarlate que recriavam com pós tóxicos que lhe valiam verdadeiras infecções cutâneas, eu que gosto da Sofia Coppolla e das Virgens Suicidas, que até engraço com a Kisten Dunst..., ando a contar os dias para que estreie em Portugal.
Maria Antonieta, a rainha mas fashion victim da história, que teve como trágico destino acabar com a cabeça a rolar na guilhotina, transformou o seu reinado numa sucessiva fogueira das vaidades, gastando dos cofres da coroa, o que tinha e o que não tinha, enquanto o resto do país se deparava com graves problemas sociais e com a fome. Tais excessos valeram-lhe o seu trágico destino. Apesar de tudo, eu até engraço com ela. Acho que foi mal interpretada. O que poderia fazer esta mulher, que ao 14 anos se vê casada com o rei de França, igualmente jovem e inconsciente e que durante sete anos não a procurou para cumprir com os respectivos serviços matrimoniais? Como qualquer boa mulher que se preze, entreteu-se com os trapos e foi tanta a paixão descoberta, que deu origem às extravagâncias mais opulentas, luxuosas e avançadas da época. Fazer parte das suas festas, do seu grupo privado de amigos, ou aceder aos actos mais banais do seu dia-a-dia, era um privilégio destinado apenas a alguns.
Por tudo isso, pelo excelente guarda-roupa, pela recriação perfeita de uma época cheia de vícios e falhas, regida pela inconciência de reis que eram tudo menos dotados de inteligência ou de aptidão para o cargo que exerciam, pela excelente realizadora que o dirige - apesar de as críticas no festival de Cannes terem sido arrasadoras - este será, provavelmente, um dos filmes top 5 do ano.
E eu que até ando tão afastada do cinema... e deste blogue, hoje finalmente voltei a arranjar um bocadinho de tempo para o actualizar.
E a chuva voltou e eu estou feliz. *

quarta-feira, outubro 11, 2006

Para ti


A foto já não é recente (tem mais de um ano), mas é provavelmente a fotografia em que estou com a minha mãe, que mais gosto. E é para ela que este post se destina. É que hoje ela é pequenina e eu, como filha ausente neste dia de aniversário, não podia deixar a data em branco. A impossibilidade de lhe fazer companhia ao jantar, tornou-se mais clara ontem à noite, e perante o sentimento de desilusão que lhe notei do outro lado do telefone, senti-me/fiquei de coração apertado. Não que estejamos assim tão longe uma da outra. São cerca de 80 os quilómetros que nos separam… é mesmo as circunstâncias que não o permitem. Dizem que somos parecidas e assim, olhando de repente, vejo os mesmos olhos grandes e até o mesmo ar de serenidade que nos tocou naquele preciso momento. Há um certo brilhozinho que emana de ambas. Talvez seja o amor que nos une. É que quando se é filha única como eu sou, por vezes sentimo-nos sufocar com o excesso de zelo, ou cobranças de atenção da parte dos pais, mas hoje em dia vejo tudo isso com outros olhos. Os mesmos olhos grandes e pestanudos que ela tem e que um dia se reflectirão nos meus quando eu própria tiver filhos.
Parabéns por tudo mãe.

terça-feira, outubro 10, 2006

Soft




















Descobri uma nova maneira de fotografar os meus colares: apostando na 'prata da casa', que é como quem diz, servindo-me daquilo que há em grande quantidade por aqui, ou seja, pratos! É simples, prático e visual e fotograficamente, funciona bem, principalmente se tivermos um fundo bonito. À semelhança de tantas outras coisas, aqui o importante é inovar e apostar na variedade, quanto mais diferentes e invulgares forem os pratos, mais atenção damos ao produto que queremos exibir... e depois, no fim, degustarmos aquilo que a vista alcança. (neste caso não comemos, mas os olhos tratam do assunto). Este está livre e exibe-se no sítio do costume.
Ando mortinha por ir ver este filme. E este. Todos com a participação da última diva hollywoodesca do momento, Scarlett Johansson. E adorei a última produção da revista Máxima - que conta com a presença da grande São José Lapa, Claúdia Vieira e Albano Jerónimo no papel de protagonistas - pelo requinte, bom gosto e originalidade. Assim dá gosto ver a imprensa nacional.
Todos os anos já é da praxe: Outubro é um mês rico e intenso e a World Press Photo é a exposição que se segue na minha lista de 'things to do'. Essa, e 'Amor-te', que está presente no Reservatório da Mãe d´Água das Amoreiras. A não perder.

segunda-feira, outubro 09, 2006

Hot rose






















A madeirense mais querida e simpática que conheço pediu, e eu só agora tive oportunidade de dar largas à imaginação e aproveitar os materiais que ainda me restavam, para lhe fazer um colar em tons de rosa fushia e preto. É que a menina perdeu-se de amores por este, já vendido mal foi colocado à venda e face à impossibilidade de fazer outro - uma vez que nunca faço dois colares iguais - decidi fazer-lhe outro igualmente fashion e dentro das mesmas cores. (espero que gostes)*
Continuo a sentir-me demasiado cansada, apesar de já andar neste ritmo vai para três semanas, mas o acordar uma hora mais cedo do que estava habituada continua a interferir no meu rendimento físico. As noites essas, continuam a ser mal dormidas. Não sei se do calor, se da ansiedade. Este meu sistema nervoso qualquer dia mata-me.
Acabei de fazer o jantar e a casa está invadida pelo aroma que vem da cozinha... e isso é bom. *

domingo, outubro 08, 2006

ainda o aniversário...




















Data de aniversário que se preze tem de ser celebrada... e foi assim, que um ano depois daquela data tão especial, decidimos que o dia devia ser aproveitado apenas a dois. Confesso que ainda pensei em juntar a família mais próxima, organizar um passeio de cruzeiro pelo Rio Douro e gozar dois dias descansada, mas o trabalho trocou-nos as voltas e o meu Sábado foi passado a fazer castings a uma multidão de adolescentes cheios de sonhos e pretensões a modelos. Por causa disso, perdemos a oportunidade de gozar o fim-de-semana na Lousã, com tudo pago, que nos ofereceram, mas não cruzámos os braços. Não fomos para a serra mas fomos para a praia e a zona do Guincho, mais perto de casa, foi a eleita. Hoje de manhã, com o Sol a sentir-se forte na varanda terraço que nos serviu para o pequeno-almoço, podíamos ter a calidez de espírito dos momentos de pura felicidade. Passeámos pela praia, lemos o jornal no Bar do Guincho, comemos pão com chouriço em Colares, sonhámos com uma casa nas Azenhas do Mar e voltámos para Lisboa, com o desejo de a nossa próxima casa ter um jardim grande e um alpendre, onde o C. possa jogar à bola com os miúdos.
Era bom que por instantes a realidade estivesse à altura dos nossos desejos...
Sonhar enche a alma.

Bodas de algodão



Foi há um ano mas parece que foi ontem. O tempo passou rápido, rápido, como se nem o sentissemos e já tanta coisa aconteceu nestes últimos 12 anos, que um simples post não lhes faria justiça. Hoje passei o dia ao sabor das horas e num constante recordar de emoções à medida que os minutos do relógio insistiam em fazer-me uma viagem ao passado. Passava das 13h30 quando cheguei à igreja, com alguns nervos à mistura e mais de meia hora de atraso. Hoje, à mesma hora, recordámos o momento. Neste nosso primeiro ano de aniversário, que dizem os entendidos chamar de 'Bodas de Algodão', só me resta agradecer-te por todos os momentos, alegrias, conforto, apoio, tranquilidade, amor e segurança que me dás e desejar que os nossos melhores anos ainda estejam para vir. (eu acredito que sim e sei que tu também)

Amo-te. *

domingo, outubro 01, 2006

e foram felizes para sempre...





















...São assim que terminam os finais dos contos infantis, onde o princípe e a sua princesa, partem para um infinito recheado de felicidade e amor eterno. Na vida real, a história já ganha outros contornos, mas cá para mim, toda a mulher no fundo, bem no fundo, quer ser princesa por um dia. E foi assim, que no passado Sábado (e um ano quase depois do nosso casamento), a E. e o R. se casaram, na Quinta das Rosas em Alenquer, numa festa que muito me fez lembrar a minha e recordar vários momentos. Senti a emoção por ela, sabia perfeitamente o que lhe ia na mente quando ela desabafava - já a festa ia longa - que 'isto' ou 'aquilo' não tinha corrido bem como o planeado (e logo nós mulheres, que somos tão picuínhas com os pormenores), mas a verdade é que me diverti, dancei muito e, por momentos, até me senti aliviada por já ter passado por tudo aquilo.
É estranho agora estar no papel de 'tutora' e de ser eu a dizer: 'não te preocupes com isso, goza apenas o momento', ou 'a festa estava muito bonita, divertimo-nos muito'.
É um dia que passa rápido, rápido... mas que permanece para sempre na memória. Para quem quiser saber/ver mais, clicar aqui.
(e daqui a menos de uma semana celebro as minhas Bodas de Papel...)

segunda-feira, setembro 25, 2006

Algures





















Sinto falta das folhas, da terra, dos frutos, da abundância. Sinto falta do verde que cobre os campos de onde a vista alcança e me faz desejar pelos tons vermelhos e dourados do Outono. Sinto falta do silêncio e da paz, do bem-estar que o isolamento característico destas paragens traz com ele, do passar calmo do tempo, da lentidão das horas, do raiar lento do dia. Sinto falta do contacto com o natural, numa cidade feita de betão. Sinto falta da terra, das gentes da minha infância. Das minhas referências naturais. Sinto falta de ver crescer, sentir a vida seguir o seu curso natural. Sinto falta de ser mais autêntica.

domingo, setembro 24, 2006

Slow




















Estar uma semana sem actualizar o blogue é para mim, no mínimo estranho. Mas confesso que depois de um dia de trabalho a última coisa que tenho vontade é a de ainda passar mais tempo diante de um computador. Claro que não resisto ao vício e venho espreitar as páginas alheias, ver os mails e ler o que me interessa, mas o tempo que eu tinha para produções fotográficas, a actualizar o blogue, ou a escolher fotos e a trabalhá-las no photoshop... já lá vai! De manhã saio mais cedo do que era habitual no meu anterior trabalho, a luz para as fotos - que muitas vezes eram tiradas durante o pequeno-almoço - também não ajuda, a pressa e a responsabilidade dizem-me para não perder tempo com coisas que neste momento não são prioritárias e a razão acompanha, fazendo soar as campaínhas do 'deixa para depois'. Ao fim de uma semana, posso dizer que ainda não estou feita a este novo ritmo de deitar cedo e cedo erguer. Que dois dias de descanso souberam a pouco e que neste momento já conto as horas que restam para terminar este Domingo chuvoso que fez as minhas delícias. Talvez por isso, tenha dormido mais do que o habitual, a sesta de hoje à tarde tenha sabido por mil e a vontade de fotografar tudo o que os meus olhos vêem tenha esmorecido um pouco.
E finalmente chegou o meu tão aguardado Outono.*

terça-feira, setembro 19, 2006

It´s a bright, shining day




















Voltei a ter o dia ocupado, a acordar ao som de um despertador, a ouvir rádio e as notícias pela manhã, a andar no meio do trânsito, a preocupar-me com o que vestir, com as horas a que saio de casa, com o que levo para comer ao almoço. Voltei a ter colegas - que ainda não decorei os nomes e com os quais ainda não me sinto à vontade - a ter secretária (que já fiz questão de personalizar) - com arquivadores e gavetas em acrílico vermelho, a cantar no carro, a stressar à procura de lugar para estacionar, a levar e a lavar a marmita, a beber dois cafés por dia, a desejar que chegue as seis da tarde, a ter a gata à minha espera à porta quando regresso a casa e sentir que não há nada melhor do que voltar ao meu canto.

Voltei a mim outra vez.
(suspeito que durante os primeiros tempos este blogue fique um pouco ao abandono, mas prometo que será apenas nos primeiros tempos. Vou tentar fazer um esforço.)*