quinta-feira, fevereiro 19, 2015

preciso de ir às compras



 
Ainda não tive oportunidade de me dedicar a sério ao tema 'compras para o bebé' desde que soube que vinha aí um menino. No passado fim-de-semana ainda consegui aproveitar um 'restinho', 'restinho' de saldos na Zara, mas já a pensar para mais tarde, quando já tiver mais de 6 meses. Por agora os meus olhos só fogem para as peças newborn, onde alternam os cinzas, os brancos e os azuis.  Enquanto não tenho tempo e oportunidade de ir bater pé nas lojas, vou-me perdendo online. Algumas propostas da HM arrebataram o meu coração.
Acho que vou guardar todas as imagens no meu baby and kids wear no Pinterest para me servirem de inspiração para mais tarde.

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

Mixed feelings


Desde que soube que ia ser mãe de um menino que sinto um misto de sentimentos. Não me interpretem mal, mas estava tão convencida que seria rapariga que agora que sei que é rapaz fico a pensar na quantidade de enxoval, roupa e acessórios em tons de rosa que já tinha e que me iam fazer poupar um dinheirão, para todo um novo e inesperado investimento. Quer dizer, inesperado, inesperado não é, porque as probabilidades de ser rapaz eram de 50% e ninguém tem um filho só porque já tem enxoval do primeiro, mas que ajuda muito, ajuda, principalmente quando o orçamento não abunda. Claro que acima de tudo quero que venha bem, cheio de saúde, perfeito e saudável! Isso sim é o que mais interessa e importa, mas e à semelhança do que aconteceu na primeira gravidez - que aí sim queria muito um rapaz e saiu-me uma rapariga - sinto que estou a viver um dejá vu em reverse. Quando estava grávida da Madalena estava convencidíssima que ia ter um rapaz. Queria um rapaz. Já tinha nome escolhido e tudo, enquanto que de rapariga alternava entre dois nomes que me deixavam na dúvida mas não me arrebatavam certezas. Quando o médico, às 21 semanas, revelou que vinha aí uma menina lembro-me de sair da eco meio em estado de choque. 'Como uma menina?' Era um rapaz, 'Eu' sabia que era um rapaz. Mas não. A rapariga vinha a caminho para me mostrar que o mundo das purpurinas, laços e cor-de-rosa tinha muito mais a ver comigo do que alguma vez imaginei. Para me perder entre vestidos, bonecas e cozinhas de plástico, para ter a companheira de uma vida que diz que me ama daqui até ao fim do universo, para desmistificar medos femininos que hoje quase concebo na ideia serem inatos ou estarem inscritos no nosso adn. Somos tão diferentes nós mulheres e eles homens, que é toda uma psicologia específica para cada sexo. 
Voltando ao rapaz que agora carrego no ventre, nesta segunda gravidez e à semelhança do que aconteceu na primeira, estava muito convicta do sexo da criança, mas desta vez de que vinha aí outra rapariga. Enjoos nada e tal como na primeira gestação o nome já estava escolhido. Desta vez dizia para mim própria que não me ia enganar, que intuição de mãe é infalível e que vinha aí outra menina apesar de ter sonhado mais do que uma vez que ia ter um menino. Eu queria outra menina e o pai, apesar de nunca o assumir completamente, também. Por isso, quando o médico a semana passada durante a eco morfológica nos perguntou 'o que é que tínhamos lá em casa' e que agora 'vinha aí um rapaz' eu soltei uma sonora gargalhada! Só podia. Na minha vida é tudo ao contrário. Quero um rapaz vem rapariga. Quero rapariga vem um rapaz. Bom, ao menos a conclusão é a mesma, ou seja, entre um querer e o outro dá sempre um casal e esse é o resultado que vamos ter.Também à semelhança da primeira não tínhamos nome escolhido e quando as pessoas nos perguntaram logo a seguir à notícia do sexo qual seria o nome da criança a resposta era (é) quase sempre a mesma: 'ainda não decidimos'.
Não me entendam mal, eu estou muito feliz por estar grávida, por ter esta bênção na minha vida outra vez, por estar tudo bem com o bebé, por ele se estar a desenvolver de forma normal e saudável para o tempo de gestação e tenho muito medo que algo de mau aconteça (porque sou um bocadinho paranóica e tenho sempre tendência a pensar no pior), mas estes 'mixed feelings' por vezes assaltam-me o coração. Deve ser por estar hormonal e parva. Sim, sinto-me muito hormonal e parva. E instável. Ora estou furiosamente irritada nuns momentos, ora saltam-me as lágrimas a seguir. Mulher é mesmo um bicho estranho. Deve ser por isso que agora o universo me envia um rapaz. Para me mostrar que tenho a tarefa, enquanto mãe e mulher, de educar também um homem para o futuro. Afinal, ele tem de saber interpretar estas coisas 'de gaja'!

em tempo de guerra não se limpam armas

Esta semana aconteceu uma situação inesperada. O meu seguro automóvel termina este mês e como já é habitual, enviaram-me em Janeiro uma carta para o email a informar da data de término do mesmo e o valor de pagamento para a renovação da apólice. Até aqui tudo bem. Eu sabia que tinha de pagar o seguro durante o mês de fevereiro e esta semana decidi ir à pasta do email onde guardo estas informações, imprimir o papel para ir ao banco à hora do almoço e pagar. Quando me dirigi à caixa multibanco e introduzi os dados de entidade, referência e valor, apareceu-me no ecrã a mensagem a dizer "este pagamento já se encontra efectuado" e eu fiquei confusa. Estou grávida, esquecida e aérea, mas tinha a certeza de ainda não ter pago o seguro. Saí do banco e liguei para o meu homem. Às vezes ele faz-me surpresas deste género: paga-me coisas sem me dizer e deixa-me descobrir sozinha, mas não foi o caso. Garantiu-me que não tinha pago o seguro do carro - e de facto como podia se a apólice está no meu nome e eu é que recebo a documentação toda na minha caixa de correio? - e cada vez mais confusa liguei para a linha de apoio ao cliente.
Fui atendida por uma rapariga que após uma breve explicação do sucedido percebeu que o valor que eu dizia ser o da apólice deste ano era na realidade o valor da apólice do ano passado, ou seja, que imprimi o papel errado, daí a mensagem do multibanco dar como já tendo sido paga. Mas qual não é a minha surpresa quando constato que o valor deste ano não é igual ao do ano anterior, mas superior quando não houve qualquer sinistro da minha parte, não contactei a seguradora durante o ano inteiro para reportar qualquer situação que pudesse agravar a minha apólice ou coloquei a companhia em despesas ou gastos perante a minha condução ou qualquer tipo de infração.
Quando perguntei o porquê deste 'agravamento' de valor, foi-me dito que não se trata de um 'agravamento', na verdadeira acepção da palavra, mas da aplicação de uma taxa, cobrada pela seguradora, cujo valor alcançado depende de várias variáveis. Perguntei que variáveis são essas, ou de que forma essa taxa é calculada, uma vez que não me foi dito, em momento algum ao longo do ano, ou aquando do alerta para a renovação da minha apólice para 2015, que o valor final do meu seguro sofreria um aumento de 10,96€ face ao ano anterior.
A senhora do serviço de apoio ao cliente, perante a colocação de questões mais pertinentes começou a mostrar algum desagrado por ter de se explicar, tendo referido que todas as seguradoras aplicam taxas aos seus segurados nesse sentido. Voltei a referir que a questão não se trata da aplicação da taxa, mas da completa ausência de qualquer tipo de explicação face à mesma, o porquê do valor aplicado e o que entra em linha de conta para, de um ano para o outro, a minha apólice sofrer um aumento de 10 euros sem qualquer tipo de justificação. Voltei a mostrar o meu desagrado e a referir que seria honesto da parte da seguradora dar essa explicação aos seus segurados, não se limitando a mesma apenas a enviar o papel da renovação da apólice com um valor 'agravado' face ao ano anterior para que o cliente se limite a pagar sem qualquer tipo de explicações.
Face ao exposto e num tom claramente contrariado, a senhora do serviço de apoio ao cliente voltou a referir que não se trata de um 'agravamento de apólice', mas de uma taxa cobrada pela seguradora e que uma das variáveis que entra em linha de conta, será, por exemplo, a idade do meu veículo que já se encontra desvalorizado. Voltei novamente a referir que seria de bom tom da parte da seguradora  explicarem essa informação e respetivas variáveis aos seus segurados a explicar o porquê da aplicação da taxa e quais as razões que a mesma contém, traduzindo-se na conclusão do valor final, uma vez que até à data não houve qualquer indicação nesse sentido, qualquer esclarecimento ou informação. Para além disso, a funcionária em questão, quando confrontada com as questões colocadas face à situação mostrou, claramente, resistência em justificar-se perante as mesmas, remetendo o assunto para o endereço de email da companhia caso tivesse intenções de apresentar algum tipo de reclamação, ou pedido de esclarecimento.
Parece-me quase de má fé que uma seguradora aumente 10 euros em 'taxas' que dependem de 'variáveis', quando essas mesmas variáveis não são explicadas em concreto ao segurado/cliente e quando perante um pedido de justificação das mesmas se verifique resistência em dar qualquer tipo de explicação remetendo o assunto para o campo de "não se trata de um agravamento" ou penalização da sua apólice, trata-se de algo que "todas as seguradoras fazem". Eu entendo que não lhe queiram chamar de "agravamento" porque a palavra em si é pesada e remete para uma conotação negativa, mas na verdade não deixa de o ser. Se eu, que sou segurada desta companhia - uma companhia low cost - há vários anos não tive qualquer sinistro durante o ano transato, nem nos anos anteriores, se não coloquei a companhia em prejuízo ou os contactei nesse sentido, sofro um aumento de 10 euros na minha apólice final face ao ano anterior, não se trata de um agravamento? A nível do valor final de apólice sim, trata. Chamem-lhe o que quiserem: "taxas"; "variáveis" ou "agravamento", mas o que importa reter é que o valor final da apólice aumentou dez euros face ao ano anterior e quando questionei a seguradora do porquê do mesmo, verifiquei resistência e mau tom por parte da funcionária.
Não tenho o direito de perguntar pelo o que estou a pagar? Ou deverei apenas dirigir-me a uma caixa multibanco, sem colocar questões, pagar e para o ano ver a minha apólice subir novamente? Pagar mais de duzentos euros por um seguro anual básico contra terceiros quando nem assistência em viagem garantem ou veículo de substituição e ainda ver o mesmo ser aumentado dez euros face ao ano anterior sem qualquer tipo de explicação foi a situação que faltava para me dar conta do quanto andava a ser 'roubada'. Rapidamente fui à net e fiz várias simulações, todas elas com valores bem mais simpáticos e acessíveis e até com mais garantias de base.
Enviei email à seguradora a expor a situação e a reclamar do atendimento que tive, perguntando, acima de tudo, que variáveis são essas em que se baseiam para aumentar o meu seguro quando tenho sido uma condutora exemplar. Depois de dois dias sem resposta hoje a mesma chegou. A explicação não foi muito completa, mas e citando "em termos muito genéricos, para efeitos de tarifação são tidos em consideração diversos dados estatísticos revistos periodicamente", tais como "índices de sinistralidade para cada marca, cada modelo, cada zona de risco, idade e experiência de condução (atendendo à data da habilitação para condução)." Terminando o mesmo com uma redução no meu seguro de dez euros (mas mesmo assim mais cara face à do ano anterior) como "prémio" para eu me sentir satisfeita, calar e pagar.
Pois, meus amigos... acontece que já chegaram tarde. Agradeço muito a explicação mas os meus tempos de segurada na vossa companhia têm os dias - para não dizer horas - contados. É que ainda hoje de manhã estive ao telefone com outra seguradora que, após simulação, me 'oferece' um pacote base muitoooooo mais atractivo que o vosso e quase 100 euros mais barato. Vou fechar o contrato amanhã convicta de que há mesmo situações que acontecem na altura certa e que em tempo de guerra não se limpam armas. Tomar o consumidor por tolo é um erro que cada vez mais empresas insistem em cometer, convictas de que as pessoas hoje em dia não se informam, nao procuram e que a concorrência não é feroz e com possibilidades infímas. Se eu vivesse claramente abonada provavelmente continuaria a pagar os cerca de 250 euros anuais sem contestar, mas como não vivo e acho um abuso pagar esse valor para o carro que possuo - mexi-me e encontrei uma solução bem mais à minha medida (e da minha carteira).

 

terça-feira, fevereiro 17, 2015

Uma questão de sangue

Se há coisa que me tem custado (e muito) durante esta gestação são os problemas de circulação. Já é mais que sabido que eu possuo má circulação, que já tinha as pernas cheias de varizes e que num futuro próximo o mais certo é ir à faca, mas nesta gravidez o inchaço, a retenção de líquidos, as bolhas e os edemas nos tornozelos têm sido uma constante desde o início dificultando-me o dia-a-dia ao ponto de chegar à noite sem me conseguir mexer. Nem as meias de descanso me aliviam, ou o facto de ter os pés mais elevados quando passo o dia sentada no escritório. Se estiver muitas horas com um determinado tipo de calçado, por exemplo, com uns botins, é certo e sabido que chegarei à noite a arrastar-me, qual senhora velhinha, com os pés cheios de bolhas, as pernas inchadíssimas e as veias pulsantes.
Saltos então é para esquecer. Não posso. Nem mesmo aqueles tacões mais largos, com base e que dão um apoio seguro. Se me quiserem matar atualmente é colocarem-me em cima de uns saltos. Fico com os dedinhos dos pés a parecerem umas batatinhas e os tornozelos semelhantes a uma pata de elefante.
Ontem, depois de um dia de trabalho à secretária, saí do escritório para ir jantar com uma amiga. Sem mudar de calçado lá fui, airosa e entusiasmada com a liberdade que estes dias sem filha ainda me proporcionam. Cheguei a casa perto das 23h00 e em grande sofrimento. Tomei um comprimido para a circulação - ando a tomar dois venex forte por dia, um de manhã e outro à noite - e descalcei-me para meu grande alívio. A verdade é que nem a noite de sono foi suficiente para eliminar esta sensação de dor e de tornozelos com o dobro do tamanho. Hoje de manhã quando acordei a sensação permanecia e nem o banho ou o gel refrescante a seguir aliviou. Quando me vesti calcei umas botas rasinhas e que me deixam o pé confortável, mas a sensação de pouca agilidade, de peso e de veias latejantes persegue-me.
O meu maior medo, de momento, é que tenha algum rompimento de veia - aconteceu com uma colega minha que também está grávida - ou que me dê alguma tromboflebite ou algo ainda mais grave. Uso meias de compressão - que acho uma coisa horrorosa - coloco gel refrescante todas as manhãs e à noite, durante o dia tenho os pés elevados num banquinho do ikea quando estou sentada à secretária e bebo bastantes líquidos, além de tomar medicação...mas tem sido uma luta inglória. Nada resulta ou alivia e a verdade é que me sinto pior do que nunca. Nesta gravidez se há diferença significativa que sinto é esta: a de que fisicamente tudo me custa muito mais. Literalmente tudo. Além de ter muito mais dores e a de me sentir muito mais cansada. Até as insónias já começaram, muito mais cedo do que o normal. Aos 36 anos e apesar de não me sentir velha, parece que todo o meu corpo me diz o contrário e que não aguentaria passar por tudo novamente.
E ainda só estamos de 21 semanas.
 

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

Sobre o fim-de-semana de carnaval vulgo dos namorados o que fiz?

 
Uma valente cura de sono! Dormi (dormimos) até à exaustão, sempre na ronha, de pijama, pantufas, robes, sofá, boa comida e uma cumplicidade feita a dois que sabe pela vida e por todas as festas de carnaval que se tenham realizado no país inteiro.
Não trocava isto por nada deste mundo!

sexta-feira, fevereiro 13, 2015

it's my party and i'll cry if i want to

 
Adoro a birra que a filha da Kim Kardashian e do Kanye West fez durante o desfile da Adidas na NY Fashion Week, o ar de nojo da editora da Vogue - Ana Wintour -  perante a criança, ou uma Beyonce com bitch face e um 'e se eu olhar para o lado e fingir que não estou a dar por nada será que melhora?'
Priceless.

foto da praxe

 
 
Princesa, pois claro. Que mais poderia ser? Pirosa como só ela, lá foi para a escola com um top e uma saia de 'princesa', comprados no chinês, que ainda nem tinha saído de casa e já se estavam a desfazer e a perder brilhantes e aplicações. Para ela nada disso importava. Sentia-se linda com a sua coroa e ceptro e saia de cetim manhoso com tule ainda mais duvidoso. Hoje tinha teste de Estudo do Meio e já saímos muito atrasadas de casa quando devíamos de estar na escola antes das nove. É o que faz ter duas caras para maquilhar e dois cabelos para arranjar e sacos para levar para o carro porque a criança vai passar as férias do Carnaval a casa dos avós. Ainda perdi uns bons minutos à beira da loucura, grávida e hormonal, a rogar pragas a mim mesma por não saber onde tinha arrumado o ferro de encaracolar. Queria ter-lhe feito uns canudos, mas já não tive tempo. Não encontrei o ferro e praguejei mentalmente o 'tão organizadinha que tu andas'. Ela foi assim mesmo, de cabelo liso e sem caracóis. Só queria pegar na sua saia de cetim duvidoso e descer as escadas do prédio com ela levantada, como as princesas que vê nos desenhos animados. Para quê complicar, não é? Quem queria canudos era eu, não ela. Para ela estava linda assim mesmo. Com sombra rosa metálica nos olhos e um risco meio torto no canto porque simplesmente não parava de se mexer. Quando chegámos à rua e antes de entrarmos no carro disse-lhe para tirarmos uma foto. Encostou-se à parede decrépita de um dos prédios, onde mesmo tentando disfarçar não há como evitar o enquadramento feio e fez o seu ar de 'sou-tão-fofinha-não-sou?'. Ainda olhei em volta, mas a beleza não abunda no meu bairro. Tirei assim mesmo.
Vejo o resultado da foto no ecrã do telemóvel e sorrio. Até o caixote do lixo em pano de fundo aparece na imagem. Parece a princesa benfeitora que foi visitar os seus súbitos pobrezinhos ao subúrbios da cidade.

quinta-feira, fevereiro 12, 2015

Hoje foi o dia "B"

 
de Baby Boy a caminho!!

Afinal, vem aí um príncipe! Contrariando as nossas expectativas e quando já estávamos meio convencidos de que vinha aí mais uma menina, a surpresa hoje durante a ecografia foi total. É que até o nome já tínhamos escolhido, enquanto que de rapaz há alguns que nos deixam indecisos. Mas nada que nos desamine! Estamos felizes e contentes, vai ser todo um fantástico mundo novo!
Bom, parece que vou ter de guardar as roupinhas da M. no baú e dedicar-me a fazer um novo enxoval em tons de azul! Ah e a mana mais velha vai ficar felicíssima, continuará a ser a única princesa da casa!

é hoje!

 
Depois de uma noite inteirinha de sono retemperador sem interrupções ou insónias (hurraayyyyy!!!), é hoje que vamos ficar a saber o sexo da criança!
 
 
Estou aqui que não me aguento de excitação e ansiedade!

terça-feira, fevereiro 10, 2015

walking dead

 
É como eu ando ultimamente, com noites mal dormidas, insónias e umas olheiras do tamanho do mundo.

quinta-feira, fevereiro 05, 2015

life


A vida nunca é como a imaginamos e o amor, mesmo que à segunda volta, não é sinónimo de maior felicidade. É apenas diferente. Mas custa muito perceber e respeitar quando a pessoa que tens ao teu lado não partilha das mesmas felicidades que tu, ou pelo menos não as sente da mesma forma, criando fossos abismais que levam ao ressentimento e à mágoa. E tu olhas para algo que já viveste de forma tão diferente e ficas a pensar se realmente desta vez é melhor ou se já sabes intrinsecamente a resposta ainda antes de te tentares convencer a ti mesma do contrário. 

quarta-feira, fevereiro 04, 2015

20 semanas


E para assinalar que estamos precisamente a meio caminho desta jornada, nada como registar o momento. (Mesmo que seja no terraço da copa do local de trabalho durante a hora do almoço com a ajuda de uma colega!)

20 semanas. I'm half way there!

terça-feira, fevereiro 03, 2015

a grávida e a roda

É inevitável, com a gravidez começo a perder capacidades, eu sei! Uma delas e a mais visível ultimamente é a de não conseguir fazer as curvas como deve ser quando estou a conduzir. Quer dizer, eu consigo fazer a curva, mas galgo passeios, galgo o lancil, não calculo bem o ângulo e, inevitavelmente, rebento com a roda, escavaco o pneu, abro os cordões à bolsa. Foi assim há algumas semanas quando à saída do consultório médico e ao virar para a Infante Santo 'trepei' (estou a ser boazinha) o pequeno lancil do semáforo. Foi tal o estrondo que andei uns metros e percebi que tinha o pneu completamente estraçalhado. Resultado: eu a rir-me, mas gajo ao meu lado a panicar e a refilar que estava a conduzir e a olhar para o telemóvel. Tentativa frustrada de mudar o pneu sozinho, lá tivemos de chamar a assistência em viagem que nos mudou o pneu em menos de um nada e pronto, prosseguimos o nosso caminho. (Pelo meio desembolsei 120 euros, coisa pouca (NOT) por dois pneus novos).
Hoje, depois de deixar a miúda na escola e a caminho do trabalho, outro episódio quase igual. O semáforo fica verde, eu arranco calma da vida em direcção ao meu destino e quando vou a fazer a curva na rotunda do relógio galgo o passeio.... novamente um estrondo, eu sozinha e a pensar: 'Pronto, já foste. Espatifaste outro pneu!'. Encostei quase a suster a respiração e a medo do que ia ver quando saísse do carro. Felizmente nada. Desta vez o meu santo protector esteve comigo, mas caramba, por este andar não me vai conseguir safar por muito mais tempo.
Portanto, ângulos e curvas enquanto conduzo está visto que ando com as voltas trocadas e ainda nem cheguei à fase em que de cada vez que tento comer o que quer que seja, vou deixar cair a comida em cima da barriga.
Aí então sim, vai ser desastroso.

Epá, nem parece que estás grávida!

Deve ser a frase que mais oiço aqui no trabalho... Toda a gente diz que tenho uma barriga pequena, que 'estou a fingir que estou grávida', ou que 'não se nota' e como ainda não engordei nada de especial nem alarguei desmesuradamente nestes primeiros 5 meses, acho que a maior parte das pessoas ainda tende a olhar para mim como se estivesse 'muito no início', para aí no primeiro trimestre, sem ter bem noção de que já vamos a metade do percurso.
E eu, que já ando cheia de dores, com as pernas e pés inchados, que já sinto a criança a mexer que nem um equilibrista de circo no arame, ou que já me custa encontrar posição para dormir durante a noite, fico sempre a sentir uma grande frustração. Humpf.

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

roupa de grávida

Nesta segunda experiência de gravidez e maternidade, a grande diferença que noto até ao momento é em relação ao meu peso e à minha roupa. Na primeira gravidez alarguei quase de imediato. As minhas roupas deixaram de me servir muito rapidamente e tudo o que fosse calças de ganga rapidamente deixou de me passar nas ancas. Ainda nem tinha barriga que se visse e já andava com calças de grávida porque eram as únicas que me serviam. Desta vez isso não aconteceu. Provavelmente porque já alarguei tudo o que havia a alargar de bacia - o que agradeço - e a barriga, apesar de já estar grande, continua a caber dentro das minhas calças normais, saias e até calções, embora às 20 semanas já me comece a sentir apertada nas costuras e fechos, sinal evidente que a minha boa sorte não vai durar muito mais tempo. Chegou por isso a hora de desembolsar uns quantos €€ numas calças (pelo menos 2 pares) que sirvam até ao final da gestação. O problema é que tudo o que vejo de roupa de grávida acho simplesmente horrível! Ainda ontem, enquanto deixei a Madalena numa festa de aniversário no Pavilhão do Conhecimento dei um salto ao Centro Comercial Vasco da Gama e andei a ver o que resta dos saldos. As grandes cadeias de roupa como Zara não têm roupa de grávida - lembro-me que já tiveram sim, mas agora nada, provavelmente não era rentável. Encontrei uma secção de roupa para grávida na C&A, onde na primeira gravidez cheguei a comprar umas calças de ganga, mas agora  achei tudo horrível além de caríssimo. Resignada e desanimada entrei na Prénatal e descobri no primeiro piso uma parte de roupa de grávida. Houve alguma calças que me deixaram animada pelo tom, corte ou tecido, mas quando olhava para o preço desistia da ideia. 50 euros por umas calças de grávida? Não obrigada. Não dou 50 euros numas calças 'normais', que posso usar até à exaustão sem limites e restrições, quanto mais por umas que vou usar apenas nos próximos 4/5 meses. Por enquanto ainda uso e abuso das minhas calças, vestidos e saias, mas começo a preocupar-me com o assunto. Calças de ganga no trabalho é coisa que raramente uso. Se há uns anos faziam parte da minha indumentária quase diária, actualmente só uso calças de ganga - boyfriend jeans - ao fim-de-semana e nem é sempre. Habituei-me e não lhes sinto a falta. Prefiro usar outro tipo de materiais, ter calças com padrões e até mais confortáveis do que a ganga, mas chateia-me que não haja opções para grávida giras, acessíveis e que não pareçam tanto uns sacos de batata com atilhos ou um pano gigante na barriga.

sexta-feira, janeiro 30, 2015

Os Tais

Ouvi hoje de manhã na Comercial a nova música a solo do Carlão e prendeu-me logo. Aquilo sou eu. Aquilo somos nós!

 
"Ah, hay bebé, somos os tais, ah hay que viraram pais!
Firmes e constantes, produzimos diamantes!"
 
('Espetei' com o vídeo no mural do FB do meu homem, que hoje de manhã está numa conferência em trabalho. Quando chegar ao escritório e ver que tornei 'público' não só a nossa relação como o facto de que vamos ser pais dá-lhe uma apoplexia! Aahahaha é que tenho um homem muito discreto e adoro abanar o mundo dele!)

quarta-feira, janeiro 28, 2015

segunda gravidez

 
Vi isto hoje e fui às lágrimas. Bom demais.

Como é que é?

 
 
A revista Visão fez um artigo onde refere (ao que parece) a eminente separação do Clooney e da Amal baseada na capa da revista In Touch. Ainda a semana passada o homem andava a declarar-se nos Emmys (Globos de Ouro), sensibilizando-me perante o seu discurso de felicidade e ode ao casamento, de que tinha esperado 53 anos pela mulher certa e blá, blá, blá, deixando-me a mim, grávida hormonal toda lacrimejante perante estas manifestações públicas de amor, para agora ver isto? Isto não se faz a uma grávida pá!
Eu continuo a achar que é apenas uma capa maldosa, encontro-me em negação, mas mantenho a minha teoria de que a Amal faz lembrar um Louva a Deus.
 
(Só espero que ela não arranque a cabeça do George à dentada como é típico das fêmeas da espécie!)
 


terça-feira, janeiro 27, 2015

ah que saudades...

... que eu tinha da p*** da azia na gravidez! (NOT)

sobre o carrinho da Greentom

Pois bem, já fomos vê-lo ao vivo e a cores e o resultado foi de... tremenda desilusão!
Ia cheia de esperanças, com a emoção toda à flor da pele por finalmente achar que tinha encontrado a marca e o carrinho que nesta segunda 'volta' me enchia as medidas  - tanto a nível estético como de material e preço -  mas o mesmo não me convenceu. Achei o material leve sim, mas pobre, fraco, e demasiado plástico e pouco resistente para o meu gosto. Bem sei que se trata de um veículo/carrinho de bebé quase 100% orgânico e reciclável, mas sinceramente, não fez o meu coração palpitar. Quando o vi ao vivo fiquei instantaneamente desiludida e ainda menos convencida fiquei quando a senhora da loja, numa tentativa de boa vontade, simpatia e disponibilidade, se debateu com dificuldade ddurante vários minutos a tentar mostrá-lo e a tirar o assento. Não o achei nada prático, nem fácil, o cesto de arrumação que existe por baixo do carrinho é mínimo e o carro não fecha com o assento. Temos de o tirar e levá-lo à parte, sendo que a estrutura do carro fechado ainda é grande e larga, quadradona. Ora, num carro de família onde a bagageira já vai cheia com tralha, principalmente se formos de férias e onde todo o espaço é pouco, este é um dos pontos mais desfavoráveis de todos.
 
Por isso, o carrinho da Greentom ficou de parte. Não me vejo a comprá-lo e não me convenceu, apesar de nas imagens e no site, até nos vídeos que vi no Youtube - com crianças a montá-lo sozinhas - tudo indicava o contrário. Mas a viagem à loja não foi em vão e ao lado do carrinho da Greentom estava um Quinny Zapp, o 'famoso' bengala da Quinny que também dá para ser adaptado com o ovo da Maxicosi - o que eu tenho - basta para tal instalar os adaptadores. Aconselhada por uma leitora de há vários anos, quando o vi lembrei-me de um comentário que ela deixou aqui no blogue e eis que no momento seguinte estava a  pedir à senhora que me fizesse uma demonstração. E a verdade é que me convenceu! A mim e ao futuro pai! O carrinho fecha com o assento, ocupa pouco espaço, é leve e facilmente maleável, permite ter o ovo adaptado, é fácil a abrir e a fechar e até o design me agrada. Além disso é um bengala, mas com maior conforto e comodidade que um bengala 'normal', podendo ser transportado no avião sem ser necessário despachá-lo para o porão e permitindo ser utilizado até mais tarde - coisa que com o Quinny Buzz não tive oportunidade.
 
Por tudo isso, o Quinny Zapp Xtra 2 é, até ao momento, aquele que mais nos agrada e à partida está decidido. Agora é esperar que este bebé goste de andar no carrinho e não seja como a senhora sua irmã que só dormia na cama!

segunda-feira, janeiro 26, 2015

Não podemos subsituir o mal que faz pelo bem que sabe?

Dizem que as grávidas que não são imunes à toxoplasmose não devem comer chouriços, enchidos, carnes fumadas e mal passadas, presunto, fiambre, paio e essas coisas boas que tanto me aquecem o coração. E se durante a gravidez da Madalena não comi nada disso, portando-me muito bem no que aos alimentos proíbidos diz respeito, nesta segunda gravidez abri uma excepção para o chouriço e enchidos cozinhados. Se estão cozinhados não há problema, digo eu para mim mesma. Mas hoje, hoje fui uma infractora, devorando uma sandes de chouriço da máquina da empresa - sem ter a certeza se o mesmo estava cozinhado ou não (suspeito que não) -  enquanto o diabo esfrega um olho e sabendo-me pela vida, para logo em seguida sentir o pequeno baby aos saltinhos de contente e a bater palminhas in utero.
 
Lambão/lambona de sua mãe!
 

recuperação lenta

Depois de uma semana doente com a gripe do século e sem sair de casa, onde estive com 39 de febre, com a miúda igualmente doente (ninguém merece), direito a ida às urgências da Maternidade Alfredo da Costa, direito a baixa e, pelo meio, ainda andei a assegurar trabalho como se estivesse no escritório, a atender telefonemas de clientes e a gerir uma crise em pijama, eis que hoje voltei a estar fisicamente presente no escritório. É estranho como faltamos uma semana e no dia em que regressamos só temos vontade de voltar para casa outra vez.
 
Os meus níveis de paciência nesta gravidez andam iguais a zero.
 

terça-feira, janeiro 20, 2015

Agruras de Inverno

Tenho a miúda doente vai para 4 dias. Sexta-feira, ao final da tarde quando a fui buscar à escola reparei nos olhos mortiços - um claro sinal de que vinha aí carraspana da boa - mas garantiram-me de que não tinha febre. Pelo sim, pelo não, ataquei logo com Brufen mal cheguei a casa e eis que Sábado de manhã, quando acordou, as minhas suspeitas confirmaram-se: febre, 38,5ºC.
Passámos o fim-de-semana fechadas em casa sem sair para lado nenhum. Eu continuo com a gripe que não me larga desde o início do ano, com uma tosse horrorosa que começa sistematicamente assim que me deito e que não me deixa dormir sossegada a noite toda e ela, bom, vai alternando entre Brufen e Ben-u-ron, com momentos de arrebitar e estar animada e livre de febre e outros em que se queixa com frio e fica muito prostrada.
Ontem, depois de 2 dias de clausura, acordou sem febre. Dei-lhe brufen como precaução e foi para a escola, estava animada, falava pelos cotovelos e pareceu-me bem disposta. Avisei de que tinha passado o fim-de-semana de 'molho' e fiquei o dia todo de sobreaviso. Eram cinco da tarde quando o telefone tocou a perguntar se lhe podiam dar o ben-u-ron. E pronto, voltámos ao mesmo, a minha vida tem sido isto. Ranho, tosse, febre, dores no corpo, medicação, melhoria, termina o efeito da medicação e volta a febre.
Hoje acordou com 38,5ºC outra vez e tive de ficar em casa. Ela a ver o Disney Junior e eu a trabalhar com o computador no colo, a mandar emails e a preparar a apresentação que tenho na próxima semana, em pijama, ambas no sofá da sala, um verdadeiro glamour. Pergunto-me se amanhã estará melhor e quanto tempo é que convém andar a medicá-la com brufen e ben-u-ron sem a levar à pediatra... Além de mim, com tanta medicação (homeopática, xarope e ben-u-ron) como é que estará este bebé a lidar com tanta droga...!)
Estou farta deste Inverno e ainda agora começou.

quinta-feira, janeiro 15, 2015

carrinho de bebé

Quando soube que estava novamente grávida, alguns dos meus primeiros pensamentos - passada a alegria e euforia inicial - foi o que é que eu ainda tinha da Madalena que pudesse ser reaproveitado agora para esta segunda viagem. A verdade é que tenho pouca coisa, afinal já se passaram 6 anos - mas o que tenho ainda vai  dar imenso jeito. Tenho roupa da Madalena de recém nascida (muitos bodies e babygrows que vão dar para o próximo vestir até ter pelo menos uns 3 ou 4 meses), tenho roupa de cama, lençóis de caminha e de alcofa bordados pela minha mãe, edredons e mantinhas que estiveram emprestados mas que vão retornar à base. Tenho o ovo que também emprestei e que também vai regressar à base. Um esterelizador de biberões da Avent que estava emprestado e que... pois, isso, vai regressar à base. Assim como um ginásio, uma manta de actividades e acho que mais nada. Claro que já é uma ajuda enorme, mas vou ter de fazer um bom investimento porque me falta a chamada "artilharia pesada", as coisas mais caras como, por exemplo, o carrinho.
Quando estive grávida da Madalena perdi a cabeça e comprei o carro pelo qual me tinha apaixonado perdidamente: o Quinny Buzz. Gastámos uma fortuna no carro, que eu amava de paixão, mas que no dia-a-dia não se revelou o mais prático ou o mais utilitário. Para começar a Madalena sempre odiou andar no carro desde que mudou do ovo para a cadeira de passeio do mesmo. Nunca consegui que ela adormecesse no carrinho e lembro-me de desesperar com o assunto. E o Quinny Buzz apesar de muito giro, cheio de pinta, moderno e de design apetecível, revelou-se um grande trambolho. Fechado ocupava imenso espaço - felizmente cabia à conta na bagageira do meu Honda - mas pronto, era só o carro e praticamente mais nada lá dentro. Além disso, era tão largo que muitas vezes não passava em algumas caixas de supermercado que não tinham largura suficiente. Era um desespero. Por isso, ao fim de pouco mais de um ano e a partir do momento em que a Madalena começou a dar os primeiros passos, larguei o Quinny Buzz e passei a andar com uma bengala descobrindo um fantástico novo mundo. Era leve, prática, fechava e abria num instante e não tinha de andar carregada com um peso monstro atrás. O Quinny Buzz ficou assim renegado na arrecadação nunca mais vendo luz do dia. Entretanto separei-me e a verdade é que na altura, apesar de ter trazido imensa coisa da Madalena, não pensei que um dia mais tarde fosse precisar do Quinny - além de estar longe de pensar que voltaria a ter filhos - e, como tal, o carrinho ficou com o defunto.
Pois bem, passados alguns anos e como prova de que a vida realmente dá mesmo muitas voltas, eis-me de novo grávida e de regresso à temática dos bebés e inevitavelmente dos carrinhos. Já andei a ver alguns sites e preços e acho tudo caríssimo. Depois, como a minha experiência com um carrinho não foi das melhores, acho dinheiro mal gasto para usar tão pouco tempo, já ponderei comprar um carro barato da Zippy, fazer a coisa por uns 300 euros (+ ou -), mas continuo apreensiva, até porque eu já tenho um ovo (da Maxicosi) que dá para usar em algumas marcas, nomeadamente a Quinny e Bebe Confort.
Acontece que o meu ovo - que esteve estes anos todos emprestado - já serviu a 3 crianças e não sei em que estado estará o mesmo. Por isso, não sei se compensará comprar um carro novo e um ovo novo, ou um carro que dê para colocar o ovo que já tenho.
Também já perguntei a todas as poucas que conheço e que têm filhos se têm um carrinho que me possam emprestar, mas sem sucesso. Também já andei a pesquisar no OLX por carrinhos e mandei emails a alguns anúncios que me pareceram um bom investimento, mas, azar dos azares, até ao momento não obtive uma única resposta! (O que acho estranhíssimo) Houve um contacto que já enviei 3 emails e até agora nada, rien, capute... o universo a conspirar contra mim.
Por fim, em conversa com uma amiga, eis que ela me apresenta esta marca: a Greentom pela qual fiquei perdidamente apaixonada. Além de ser sustentável e de gostar daquele design de inspiração nórdica, simples e esteticamente agradável, o preço é apelativo. Só há um senão: pelo que vejo no site não tem ovinho, apenas carrinho de passeio e alcofa.
Alguém que me leia sabe dar-me indicações mais precisas sobre esta marca, caso a tenha e conheça? Gostam? Estão satisfeitas? Recomendam?
Eu adoro esta combinação de branco/cinza e de branco/verde menta. São tãããõooo lindinhos!

 

quarta-feira, janeiro 14, 2015

17 semanas

Uma barriga em plena expansão! Está, literalmente, gigante! (Não me lembro de ter a barriga tão grande nesta fase quando estava grávida da Madalena!)
E um corte de cabelo!
Já estou quase a meio da gravidez e ainda não tirei uma única foto à minha barriga. Pensar eu que quando fiquei grávida da Madalena tinha uma agenda da grávida, um babyblogue e um registo fotográfico exaustivo... agora percebo todos aqueles que são segundos filhos e que dizem que só têm fotos deles em bebé quando já tinham 2 ou 3 anos!
Ah... e ainda não fiz uma única compra. Apesar de a barriga estar enorme, acho que ainda não me caiu bem o "chip" de que daqui a uns meses vai mesmo acontecer.

terça-feira, janeiro 13, 2015

é tudo uma questão de circulação

Uma das minhas colegas de saúde explicou-me porque é que as grávidas durante a gravidez têm tendência a ser mais lentas (entenda-se, burras) e com um certo atraso no raciocínio. Ao que parece, o verdadeiro motivo nem é hormonal, mas sim circulatório. O aumento da circulação sanguínea durante esta fase e a consequente dificuldade do sangue em circular por todo o corpo, faz com que o cérebro demore mais tempo a raciocinar, a processar informação, a oxigenar e, consequentemente, a estupidificar.
E eu só pensei no estado em que os meus pés e pernas ficaram ontem, dia em que decidi calçar uma botas de cunha e em que cheguei à noite com os pés inchados a parecer uma sapo e umas pernas a parecer um tronco.
Se tinha os pés e pernas naquele estado, imagino o cérebro!

segunda-feira, janeiro 12, 2015

As luvas brancas da Amal



Ontem, enquanto víamos a cerimónia dos globos de ouro em directo no canal E - não sei como lá o convenci a ver a passadeira vermelha em directo comigo - eis que chega o casal sensação Clooney, com a estreia da senhora Clooney na passadeira e nestas coisas das cerimónias que antecedem os óscares.
E enquanto ficávamos ali os dois a escrutinar o casalinho e eu de olhos postos no modelito da rapariga e a decidir se gostava daquela conjugação de luvas brancas com pochette a condizer, eis que ele se sai com a seguinte frase: "Epá, ela não é assim lá muito bonita. Ele já teve mulheres mais bonitas!"
Ááááááa finalmente um homem disse em voz alta aquilo que eu sempre achei da rapariga! Ááááá e esse homem é o meu! <3
Tentei não ficar demasiado eufórica com a afirmação e concordância de pensamento e dei-lhe razão, não sem antes referir que a senhora Amal das luvas brancas pode não ser muito bonita (eu até acho que ela tem um certo ar de Louva a Deus, mas isto sou eu que sou do piorio), mas é uma mulher alta, elegante, com uma boa cabeleira - que anda sempre solta e que ela ontem puxava para a frente de forma frenética de quem denuncia nervoso miudinho - e que além disso, é uma mulher inteligente, com uma brilhante carreira de advogada e provas dadas em casos de defesa internacional. E que ele certamente se apaixonou pelo seu brilhantismo e por uma boa conversa, que acredito que lhe seja mais estimulante, principalmente quando já se tem 53 anos, do que apenas um bom palminho de cara e corpinho bem feito - que ela também tem, entenda-se!
(Mas adorei aquele desabafo masculino tão em sintonia com a minha linha de pensamento.)
 
E as luvas brancas senhores? Porquê Amal? Porquê?

Estado de graça ou gripal?

Estou doente com gripe vai para uma semana. Aliás, estou doente com gripe desde que 2015 começou, por isso acho que já vou para 15 dias. Já estive bem pior é certo, mas confesso que já me chateia esta tosse cavernosa como se tivesse fumado dois maços de tabaco quando não fumo um cigarro vai para 4 meses! O tossir constantemente acompanhado de todas as outras coisas (nojentas) e que não interessam agora falar, normalmente associadas a um estado gripal, é algo que me assiste e muito ultimamente. Passei o fim de semana de molho, não coloquei um pezinho fora de casa e mesmo assim não vejo sinais de melhoras. Claro que o estar grávida não ajuda em nada. E drogas (entenda-se comprimidos e químicos) é algo que me está proíbido de momento. Resta-me esperar que o meu corpo faça o serviço e o meu sistema imunitário consiga expulsar os invasores. Nem o xarope e os comprimidos homeopáticos que o meu homem gentilmente me trouxe da farmácia tiveram um resultado 100%, ajudaram é certo, mas não me deixaram fina que nem um pêro. Aliás, estou longe disso.
Inevitavelmente não consigo deixar de pensar que, na semana em que basicamente comuniquei ao 'mundo' o meu novo 'estado de graça', pioro substancialmente.
É assim, podem tirar a mulher da província, mas não tiram totalmente a província da mulher e nestas coisas eu fico sempre meio de pé atrás nos 'olhos gordos', nos ditos 'maus olhados' ou nas 'bad vibes'.
Sabem como é, "não acredito em bruxas, mas que as há, há."
 
 

Há quem não tenha grande sentido comercial

Na sexta-feira andei a fazer pesquisas na net sobre carrinhos de bebé e encontrei alguns que gostei e que me pareceram bons negócios. Enviei emails de imediato a pedir informações e a demonstrar interesse na compra dos produtos, demonstrando a minha disponibilidade durante o fim-de-semana para me deslocar, ver os artigos e fechar negócio. Aguardei pacientemente por uma resposta. Do outro lado nada, silêncio total. Nem um mísero email, nem uma chamada. Hoje voltei a reforçar.
Será que sou eu que muito apressadinha, ou esta gente não tem grande vontade de vender?
É que ter um anúncio na net e depois passar dias sem dar resposta ao potencial comprador é não ter grande vocação para o negócio.
Digo eu.

quinta-feira, janeiro 08, 2015

É impressão minha...

Ou metade da blogosfera está grávida? E tudo com as mesmas semanas que eu? Maria Guedes, Mónica Lice...

Isto é que vai ser um babyboom em Junho!

quarta-feira, janeiro 07, 2015

A reacção

Ficou histérica com a notícia. Diz que vai "rebentar de tanta felicidade" e eu não podia estar com o coração mais cheio. Foi um Dia de Reis (e Rainhas!) que vai ficar na história.

terça-feira, janeiro 06, 2015

Surpresa de Reis

A minha pequena (já quase grande) filha ainda não sabe que vai ter um irmão. Saberá hoje, se correr tudo bem, numa espécie de surpresa de Dia de Reis. Ela que anda a pedir um irmão(ã) há meses e que se fartou de pedir ao Pai Natal um(a) mano(a) - com claras preferências numa irmã - terá hoje a surpresa da sua vida.
Quer dizer, não sei até que ponto será mesmo surpresa porque cá para mim ela no fundo já sabe, ou pelo menos suspeita. Ontem, enquanto a penteava de manhã ela olha-me para a barriga já proeminente e diz: "Esta barriga está muito gordita! Está, está! Ou será um mano que está aqui dentro?" Eu, apanhada de surpresa, sorri para dentro, tentei disfarçar o melhor que consegui e apenas disse, "Pois, não sei". Ela olhou para mim de soslaio, desconfiada, semicerrou o olho direito e remata com a seguinte frase: "Hummmmm.... vou ficar de olho em ti, vou, vou!".
 
E é isto, seis anos de gente e já me anda a 'fisgar'.
 
De qualquer forma e porque queremos que o momento do anúncio do irmão(ã) seja algo marcante e especial para ela, comprámos uma enorme caixa de papelão. Lá dentro vamos colocar coisas variadas; balões, uma moldura com a impressão da ecografia, um pequeno baú com uma caminha de algodão e uma ervilha no meio, uma ardósia onde iremos escrever "Parabéns Madalena, és a irmã mais velha!" e uma carta, como se fosse o Pai Natal a responder-lhe ao seu pedido que, por ser tão especial, apenas chegou hoje, Dia de Reis. Vamos embrulhar e colocar debaixo da árvore para ser a surpresa total.
Pensámos muito sobre como haveríamos de dar esta notícia e depois de algumas pesquisas na net e ideias, decidimos que face aos seus últimos pedidos - e sobretudo à época do ano, em que ela dizia a toda a gente que ia pedir um irmão ao Pai Natal - esta seria a melhor forma, ou pelo menos uma das mais engraçadas de o fazer, permitindo-lhe não só saber que vai ser a irmã mais velha, mas também sentir-se especial.
 
Vamos ver como corre. Aqui ficam algumas imagens que serviram de inspiração.
 



 
 



 
 

segunda-feira, janeiro 05, 2015

Primeiro post de 2015!



 Foram duas semanas de férias, com idas a Sul para passar o Natal, dias em Lisboa, aproveitados para 'namorar' com a minha filha a tempo inteiro, com cinema pelo meio, compras, vacinas, papeladas e burocracias, muitas sestas boas, muita comida (o habitual), o primeiro aniversário da sobrinha e convívio. Foram duas semanas que passaram a voar e que fecharam este 2014 que foi, sem sombra de dúvida, o melhorzinho dos últimos (negros) anos. Li que tinha a ver com Saturno e a sua saída da minha casa em termos astrais, coisa que, apesar de ser céptica, muito me apraz! É que ter conjunturas planetárias a bloquearem-me a vida, já me chega todos os outros bloqueios reais. Também ouvi o Paulo Cardoso na televisão, naqueles balanços de fim de ano, dizer que o escorpião é dos signos mais bafejados pela sorte em 2015, esperemos que sim! Pelo menos auguro que sim, já que começamos este 2015 aqui no estaminé com boas notícias!
 
Baby on the way! 15 semanas and counting!
 
Desculpem-me a fraca qualidade da foto, mas isto de me pôr sozinha a fotografar a barriga requer uma certa prática que, com 6 anos de interregno, entretanto se perdeu! Mas eu chego lá, afinal, ainda tenho umas valentes semanas para treinar. Ah e as letras a rosa não são indicadores de género, que continua desconhecido e no segredo dos deuses, apenas demonstram uma certa preferência desta futura mãe em voltar a ter novamente uma 'gajola'.
Afinal, Who run the world? Girls, pois claro!
 
E pronto, assim começa um novo ano e outra aventura.