quarta-feira, maio 30, 2018

Eco Suites Resort - o refúgio perfeito em família

O pai da casa fez anos recentemente e eu andei a pensar onde é que podíamos ir passar o fim-de-semana, já que calhava a uma sexta e ambos metemos o dia de férias. Adoro o Alentejo e por isso, numa pesquisa casual, descobri o Eco Suites Resort e daquilo que vi, fiquei imediatamente atraída pelas imagens. Tem pequenas casas, totalmente equipadas, que dão perfeitamente para uma família de 4 pessoas passar uns dias. Não hesitei, marquei a reserva para as datas que queríamos, fizemos a mala e lá fomos nós. 
O Eco Suites Resort fica perto de Santiago do Cacém, inserido numa zona de campo, onde o silêncio e a natureza envolvente são a sua mais valia. Todas as casas têm um alpendre enorme e fantástico com espreguiçadeiras, estão totalmente equipadas, têm lareira - deve ser ótimo passar ali uns dias no Inverno - e estão decoradas de forma moderna e com bom gosto. Nós ficámos numa casa que tinha uma sala, kitchenette, quarto e ainda duas camas em beliche - num aproveitamento do espaço muito bem conseguido - que dava para os miúdos dormirem. É um conceito para quem procura estar em contacto com a natureza, aprecia o silêncio e a calma e perfeito para descansar. As suites estão decoradas de forma minimalista e moderna, mas não são luxuosas.
Além disso, o Eco Suites Resort tem ainda uma piscina com uma vista de cortar a respiração e outra, natural, de uma beleza ímpar e cheia de nenúfares, que fez as nossas delícias. O Afonso divertiu-se imenso a ver as rãs - que eram mesmo muitas - e a andar no baloiço. Existe ainda um bar de apoio junto às piscinas que, por ser época baixa, se encontrava fechado, mas que acredito que no Verão seja fantástico e dê imenso jeito e uma pequena zona de 'esplanada'. A senhora que nos recebeu foi sempre super disponível. Havia wifi na casa e pedimos ainda um cesto de pequeno-almoço para o dia seguinte que veio bem recheado com leite, sumo, pão fresco, fiambre, manteiga, queijo, café, fruta variada, bolo, compotas e tem um custo adicional de 6€. Para além das Eco Suites existe ainda a Eco House, do lado oposto da propriedade (viamo-la da nossa 'casa') e que dá para grupos! Imaginem que têm um grupo de amigos com filhos e querem ficar todos na mesma casa, ter piscina privada e o vosso jardim, pois bem, a Eco House é tudo isso! Só pelas fotos fiquei cheia de vontade de experimentar.
Tivemos azar com o tempo, estava frio e vento e por isso nunca fomos à água, mas prometemos voltar em breve e repetir a experiência. Ficam as fotos de uns dias muito felizes. 
  
Eco Suites Resort - Página de FB, aqui


terça-feira, maio 29, 2018

A exposição Escher em Lisboa, para ver até setembro

Fomos ver a exposição do Escher em Lisboa, no Museu de Arte Popular, em Abril, antes de a mesma terminar. Levámos os miúdos e foi um final de tarde bem passado, com os mesmos a descobrirem um pouco sobre este artista holandês, as suas serigrafias e gravuras sobre a ilusão de óptica e perspectiva, em ambientes dinâmicos - que incitavam à curiosidade mais infantil - e a bons momentos 'instagramáveis', que resultaram em fotos giras como as que aqui vos mostro. Por isso, é com satisfação que esta semana constatei, nos outdoors espalhados um pouco por toda a cidade, que a exposição foi prolongada até  final de setembro. Sinal de que teve afluência e que levou o museu a considerar o seu prolongamento temporal.
Aqui fica uma sugestão de um bom programa para fazerem com os miúdos, apesar de os preços serem um pouco 'puxadotes'. Uma família de 4 pessoas, como nós - sendo que o Afonso não paga, por ter menos de 3 anos, mas a Madalena já conta como meio bilhete - não fica por menos de 30€. Não é acessível a todas as bolsas, eu sei, principalmente quando se trata de uma exposição que se vê em cerca de 2 horas (e nós nem esse tempo lá estivemos), mas às vezes, proporcionar-lhes um programa diferente e nós termos a oportunidade de ver obras de arte mundiais que não estão disponíveis todos os dias, vale a pena. 

Escher em Lisboa, até 24 de setembro, no Museu de Arte Popular

segunda-feira, abril 16, 2018

Verão, chega rápido, sim?

Depois de dias e dias de chuva, ando literalmente a definhar por sol. Eu, que nem sou pessoa de muita praia, que me custa sempre estes primeiros dias mais quentes do ano, de expor o corpo escondido do Inverno ao menor sinal de calor, ou de calçar uma sandália, dou por mim a suspirar pela praia, pelo mar e por dias de temperaturas mais elevadas. Ou então é só mesmo falta de férias e sonhar com destinos mais quentes! 
Hoje encontrei uma marca de fatos de banho portuguesa que me deixou siderada e que não conhecia, a Hopiness Swimwear. Caramba, são todos tão, mas tão bonitos que me custa decidir apenas por um! São lindos, são a minha cara! Trazia-os a todos para o meu armário e usava-os a todos sem distinção! Claro que ter um corpinho como o das meninas das foto ajuda e muito, mas... Digam lá se não não maravilhosos? 

A marca tem loja na Calçada de São Francisco no Chiado, ou em Aveiro, na Avenida Dr. Lourenço Peixinho. 

Começar bem o dia


Segunda-feira é sempre aquele dia difícil em que custa saltar da cama e começar a semana. Não sou pessoa de adiar o despertador muitas vezes e normalmente até consigo sair da cama com facilidade, sem grande resmunguice, mas o que não abdico mesmo e não consigo passar sem, é o pequeno-almoço, até porque acordo sempre com verdadeiras fomes de leão! E eu, quando tenho fome, sou pior do que quem tem sono! Fico mal humorada, resmungona e até com quebras de tensão. É por isso que o pequeno-almoço é para mim das refeições mais importantes do dia, da qual não prescindo. Mesmo! Como me levanto muito cedo durante a semana, sou até capaz de fazer "dois" pequenos-almoços. Um ainda em casa e outro quando chego ao escritório - depois de já ter feito uma pequena 'maratona' de casa-escola-trabalho, em que normalmente já se passou cerca de duas horas e onde eu já tenho fome outra vez. (Sim, eu sei, como este mundo e o outro, não há volta a dar. Sou mulher de apetites.)
Ao fim-de-semana quase nada me dá tanto prazer como fazer pequenos-almoços dignos de hotel em casa. Gosto de fazer panquecas, colocar tudo na mesa - vários tipos de queijos, fiambre, fruta, doces - ter diferentes tipos de pão, croissants e opções e deixar que cada um vá comendo e escolhendo consoante a vontade. Depois de 3 semanas completamente alucinadas em termos de trabalho, este fim-de-semana pude finalmente voltar aos pequenos hábitos da rotina familiar e preparar um pequeno-almoço com tempo e calma,  desfrutando em pleno deste momento. Mas para além disso, tive ainda uma fantástica ajuda - descobri os Manhãzitos - uns pãezinhos super fofos, que vêm em doses individuais, deliciosos e com diferentes opções (Chocochips - com pepitas de chocolate para os mais gulosos, Yogofruits, com pepitas de morango, Manhãzitos cereais, uns pãozinhos super fofos e com cereais na sua textura...), assim como as mini panquecas Planetus, (com versão reduzida de açúcar ou de chocolate), que me permitem poupar tempo na cozinha e que os miúdos adoraram - e que podem ser conjugadas com doce, nutella ou até mel. O Afonso ficou fã dos pãozinhos de leite. Quem o quer ver é a comer, todos os dias ao pequeno-almoço, um pãozinho de leite com queijo ou fiambre. E a Madalena adorou os Manhãzitos de cereais que envio na lancheira para a escola. Já eu, gulosa como sou, adoro ter no escritório um pacote de "minis" - com pepitas de chocolate - que me vai servindo de petisco sempre que a fome aperta. Eu bem sei que o verão está à porta, mas não resisto! 
Para quê complicar quando podemos fazer opções práticas que nos deixam a todos felizes, não é? 

Somos todas super mulheres, certo?


Depois de várias semanas bastante intensas em termos de ritmo de trabalho - em que, felizmente, os meus pais puderam ficar com os miúdos durante as suas férias da escola - e em que em casa também conseguimos conciliar horários e agendas de forma a chegarmos a tudo e ninguém sair prejudicado, finalmente volto a respirar de forma mais tranquila. (Ou assim espero)
Não é fácil isto de se ser mãe, mulher, empregada e ter todos os mil ofícios e funções a que nos propomos, sem falhas e sem culpas. Essas acabam por nos acompanhar sempre - e é uma chatice, porque na realidade, fazemos o melhor que podemos e conseguimos - mas a culpa, essa danada, persegue-nos. Eu aprendi a colocar o coração ao largo em muitas situações, vamo-nos habituando, ganhando calo, mas não conseguimos - eu pelo menos não consigo - ver-me completamente livre do sentimento de culpa. Culpa por não ter mais tempo, mais paciência, mais disponibilidade, por não conseguir desdobrar-me em 3 ou 4, ou 5, por nem sempre ser justa ou ser mais disponível, por me faltar a paciência, por não saber ser menos intensa. São tantas as situações que nem consigo enumerá-las, mas no final do dia sei que faço o melhor que posso e consigo - e caramba, quando me dou conta vejo que já faço tanto! Sem falsas modéstias - é que é mesmo verdade. Fazemos todas. Por isso, atrevo-me a dizer, somos todas super mulheres!

domingo, março 18, 2018

Only after

Porque do 'novo' quarto da Madalena não há fotos que registem o 'antes', apenas o depois. E mesmo assim, é uma obra inacabada. Ainda faltam bastantes pormenores que o irão embelezar. Mas o bom da vida é ir fazendo as coisas aos poucos e vê-las crescer. Entusiasmar-mo-nos com os nossos pequenos projectos. Este é o meu mais recente. 
Tenho de comprar um tampo para tapar estas prateleiras que ficam à mostra para quem entra no quarto. Não gosto de ver isto assim.
Unicórnios... unicórnios everywhere!
Para esta parede vem um espanta-espíritos que comprei na Vertbaudet.
e mais umas quantas almofadas giras (de unicórnios, de preferência)!
E mais uns quadros e fotos e coisas giras que dêem personalidade e que a miúda se identifique. Todas as ideias e sugestões que me queiram dar - de quem tem mobília igual ou que tenha uns fantásticos truques e dicas para fazer camas nas 'alturas', são mais que bem-vindas!

before & after

Sabia que, mais tarde ou mais cedo, teria de tirar o Afonso da cama de grades e passá-lo para uma caminha de 'crescido'. Evitei ao máximo fazê-lo, pois isso significava ter de mudar o quarto da mais velha para, em função disso, mudar o dele. Queria (e fi-lo), aproveitar a cama que era a dela para ele. Branca, de ferro e simples, sabia que tanto ficaria bem no quarto da girl como no quarto do boy. Mas para o fazer teria de comprar uma nova mobília para ela e mudar completamente o quarto para algo não tão infantil e já a caminho de uma 'pré-adolescência'. E tudo isto teria ainda a agravante de ter de ser feito ao mesmo tempo e no mesmo dia... Os miúdos não podiam ficar sem ter onde dormir, certo? 
Hesitei, durante muito tempo, em render-me à ideia de um beliche com secretária para o quarto dela. Sabia que ia ocupar imenso espaço num quarto que não é grande e que, apesar de a ideia poder soar a muito prática, fazer uma cama e entalar lençóis nas alturas tem muito pouco de romântico e tudo de 'péssima ideia', mas mesmo assim, deixei-me ir na conversa. 
Ela adora a sua nova mobília e ficou entusiasmadíssima. Eu confesso que depois do primeiro dia em que detestei, entretanto já me habituei à ideia - apesar de continuar a achar um horror fazer uma cama destas e ser um filme sempre que tenho de lhe mudar os lençóis. 
Mas os miúdos ficaram felizes e no final é isso que conta, certo? 
o quarto do Afonso com a caminha de grades...
o quarto do Afonso depois... 

sexta-feira, março 16, 2018

This is Us


"Choosing our people is the closest we can get to controlling our destiny” - This is Us

Ontem foi o último episódio da segunda temporada do This Is Us e eu chorei tanto, que tive alturas em que tinha de suster a respiração para me controlar, tal era o descalabro de lágrimas que me corria cara abaixo. 
Caramba, acho que nunca tive isto com uma série! Bom, talvez com o último episódio do '7 Palmos de Terra', que também me bateu forte, mas com o This Is Us, todas as semanas tenho uma pequena síncope emocional. 
Adoro histórias familiares. Não há nada mais comovente, difícil de gerir e que mexa tanto connosco quanto as relações familiares. E todas as séries que aliam a dificuldade de gerir as relações humanas, ligadas pelos laços de sangue e lhes juntam a beleza e naturalidade destes diálogos tão desarmantes, conquistam-me para a vida. 


E claro, o ramo de noiva da Kate tinha peónias. 

segunda-feira, janeiro 22, 2018

Monday blues


Segunda-feira. É, normalmente, o dia mais odiado da semana. 
Comigo não é diferente. Por regra custa. Custa a sair da cama, custa voltar à rotina, ao trabalho, ao cumprimento de horários e às obrigações, depois de dois dias de pausa com tempo ao sabor da vontade e em família.
Mas as minhas segundas-feiras marcam também o regresso dela a casa (ou a ida dela) e são, por isso, um misto agridoce. Por um lado, a doçura de a ter de volta na semana que me compete, por outro a sua ausência na semana que não me calha. Às vezes tento colocar-me na pele da minha filha a imaginar o que sentirá esta menina que vive entre casas, entre rotinas e entre famílias, em semanas alternadas. O que lhe irá no fundo do seu coração, o que sentirá. Se a mim me assola a tristeza e a dor, como lidará ela com tudo isto, do alto dos seus 9 anos. Uns dirão que é a realidade que conhece, mas eu, enquanto mãe, não posso deixar de me sentir responsável por este peso na sua vida, já que a vida que ela vive, alternada, não deixa de ser uma consequência de algo que ela não escolheu. E ter essa noção é duro e triste e pesa. 
Esta conversa (algo de si já bastante densa para uma segunda-feira), vem a propósito de um artigo que o Jornal Expresso publicou sobre as vantagens da custódia partilhada e que eu decidi publicar na página de FB do blogue. Num comentário, alguém com uma situação idêntica à minha, escreveu que apesar de a filha estar bem e ser feliz, que lhe nota uma ligeira "tristeza", mais não seja por saber que a família - seja da parte do pai, seja da parte da mãe - tem a sua vida e rotina própria, mesmo quando ela não está. E sim, concordo em absoluto, porque sei que a minha filha - apesar de nunca o ter exteriorizado - sente isso. Ou como ouvi ontem numa série na televisão: "mãe e filhas têm um canal aberto muito próprio, a sua própria linguagem, onde não é necessário falar para a outra saber exactamente o que está a sentir".
A vida não é perfeita e está longe de ser justa. Por hoje só quero saber que é segunda-feira. A nossa. 

sexta-feira, janeiro 19, 2018

Cheirinho a felicidade

Esta semana, depois de um dia de trabalho em que cheguei a casa já tarde, tinha à minha espera uma surpresa. Bom, na realidade não era para "mim", mas sim para os meus filhos. 

A Corine de Farme, enviou-nos um kit super querido e mimoso com duas verdadeiras pérolas - quadros de nascimento - com a data, o peso, o local e o tamanho com que os meus filhos nasceram. Um em rosa, para a Madalena, outro em azul, para o Afonso. Uma delícia, que vai ter lugar de honra na parede do quarto de cada um. Estes quadros de nascimento também podem ser vossos, entrando e participando no site Cheirinho a Felicidade, onde podem habilitar-se a ganhar 1000 euros para gastarem quando e como quiserem, para isso só têm de descrever o momento mais feliz em família! Mesmo que não tenha a sorte de ganhar o prémio principal, as primeiras mil participações recebem um quadro de nascimento como estes que vos mostro! 

E se mesmo assim não conseguirem receber um quadro, podem sempre imprimir a letra do vosso bebé - na cor azul ou rosa - e emoldurar para colocar lá em casa! Eu, apesar de ter os quadros de nascimento, já imprimi as letras dos nomes de cada um para colocar a acompanhar. 

É tão simples, não é? E é tão giro! Do que é que estão à espera para pôr este miminho no quarto dos vossos filhos? 
Participem, aqui